domingo, 27 de maio de 2012

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«Toda a gente devia comunicar tudo em fala clara», disse eu. «Se isso acontecesse não eram precisos livros, nem filmes, nem teatro, nem nada dessas coisas a que a malta chama arte. Mas as pessoas vivem a calar o mais importante delas. Às vezes lá passa um nico em ocasiões especiais.»

Nuno Bragança,
Square Tolstoi

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